Leitores de ecrã, inteligência artificial e diversos dispositivos electrónicos multiplicam as formas de acesso à informação, mas reacendem uma questão: que lugar ocupa hoje o braille na vida das pessoas cegas? As vozes de Ana Nascimento, do professor Leonardo Silva, de Filipe Azevedo da ACAPO, e da professora Cristina Bento apontam no mesmo sentido, sem braille, não há verdadeira literacia.