A pandemia e a escola: A inclusão no ensino à distância é possível?

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A pandemia e a escola: A inclusão no ensino à distância é possível?

Miguel Abreu é professor de educação especial, Sónia Silva é a mãe de Carlota que tem paralisia cerebral e frequenta o primeiro ciclo e Eduarda Azevedo é cega e estudante universitária de música. São três contextos diferentes para refletir sobre o desafio que o ensino à distância, motivado pela pandemia de covid-19, representa para as pessoas com necessidades específicas: este modelo de ensino veio aprofundar as desigualdades sociais e pôr em causa o processo de inclusão em contexto académico?

A mãe de Carlota, que frequenta o primeiro ano do ensino básico num estabelecimento de ensino do Agrupamento de Escolas de Prof. Abel Salazar, fez parte dos 11% dos pais, segundo um inquérito da Universidade Católica para a RTP e para o Público, que dizem que a escola não teve nenhum tipo de comunicação com os filhos desde que as aulas presenciais terminaram. “A escola não disse nada, fui eu que liguei e que enviei mensagem à professora de ensino especial uma vez que a professora titular nem sequer me mandou um email”, conta Sónia Silva que já andava preocupada com o aproveitamento escolar da filha durante este ano letivo.

Foi fora da escola que a mãe e as terapeutas perceberam que a Carlota não estava a assimilar os conteúdos e que não estava a acompanhar o ritmo dos amigos. “Embora mais devagar mas a Carlota aprende. Para mim o mais importante é que ela aprenda o que lhe estão a ensinar”, explica a mãe. Na quarta-feira anterior à suspensão das aulas, Sónia Silva teve uma reunião com a equipa da escola que acompanha a Carlota para estipular novos objetivos porque “as coisas não estavam a resultar”. “Eu disse nessa reunião que a primeira classe da Carlota tinha sido em vão e que nenhum pai quer ter um filho que não aprende na escola porque isso só dá trabalho, desgaste físico e mental”, lembra.

Sónia Silva e a filha Carlota

Sónia Silva e a filha Carlota

Mas o receio por qualquer contágio por covid-19 virou do avesso as prioridades desta mãe, durante aquela segunda semana de março, e a saúde da Carlota ganhou protagonismo: “Parámos na sexta-feira. A parte respiratória da Carlota está comprometida e a parte renal também. Eu voltei a dormir com a Carlota só com o medo de se constipar e ir para o hospital com uma pneumonia, nunca mais saía de lá”, teme Sónia Silva.

Carlota tem paralisia cerebral e é a prova de que um diagnóstico não é uma sentença para a vida. Nasceu com “paralisia cerebral à direita e também tem o lado esquerdo comprometido”, mas o esforço diário da família é que se torne “uma menina o mais autónoma possível”. “Para mim o pior de tudo é parar a reabilitação física, ela está completamente parada, só fazemos aqui em casa um bocadinho, coisas mínimas”, refere.

A 16 de março as atividades letivas, não letivas e respostas sociais para pessoas com deficiência foram interrompidas. “A suspensão das atividades letivas presenciais nas escolas deu um contributo decisivo para travar o crescimento exponencial da pandemia e tem sido uma ajuda preciosa no trabalho notável que os profissionais de saúde têm feito no combate ao covid-19”, disse em conferência de imprensa o primeiro-ministro, António Costa, a 09 de abril, altura em que o Governo reavaliou esta medida decidindo prolongá-la.

Eduarda Azevedo está em casa desde 10 de março. É estudante de Música na Universidade de Aveiro e assistiu com atenção a esta conferência de imprensa do primeiro-ministro para perceber o que a esperava depois das férias da Páscoa deste segundo semestre. “Infelizmente não se dirigiu ao ensino superior, o que não achei muito correto. E acho que os alunos do ensino superior também têm o direito de saber como vai ser o seu futuro próximo mas para já não temos respostas. Sabemos que até ao final de abril não há aulas presenciais e depois disso logo se vê”, refere a jovem vimaranense.

Eduarda Azevedo a tocar piano

Eduarda Azevedo a tocar piano

Numa primeira fase as aulas de Eduarda Azevedo na Universidade de Aveiro foram suspensas, mas, posteriormente, a jovem foi informada de que a 23 de março iria começar o ensino à distância, via online. “Assim foi, mas o meu curso de Música tem muitas disciplinas práticas, portanto, as teóricas têm decorrido desde esse dia sem problemas, obviamente com ligeiras adaptações, mas o que tem sido mais complicado está relacionado com as disciplinas práticas”, analisa.

Coro, Orquestra, Música de Câmara são disciplinas inviáveis de lecionar à distância porque são aulas em grupo, mantendo-se apenas as aulas práticas de instrumento porque são aulas individuais. “Tenho sentido mais dificuldades, ao nível do piano, porque nas aulas presenciais tenho muito contacto físico com a minha professora. Há pequenas coisas relacionadas com o gesto, o braço, o pulso em que nas aulas presenciais ponho a mão em cima da mão da minha professora e consigo ver e sei perfeitamente o gesto que ela faz e consigo imitar”, explica a aluna. São pormenores que fazem a diferença: “Para não falar no som”, atira Eduarda Azevedo.

As aulas retomaram como previsto a 14 de abril mas sem atividades letivas presenciais previstas até ao final do ano letivo: “No ensino básico, do primeiro ao 9.º ano inclusive, todo o terceiro período prosseguirá com o ensino à distância que será agora reforçado com o apoio de emissão televisiva de conteúdos pedagógicos que complementarão, mas não substituirão, o trabalho que os professores vêm desenvolvendo com os seus alunos”, comunica António Costa.

Desde que estabeleceram contacto com a mãe, as professoras empenharam-se para acompanhar a aprendizagem da Carlota. A professora titular enviou o Livro de Apoio ao Método das 28 Palavras e Sónia Silva tem realizado fichas com a filha desde então e ainda assim considera que o proveito que a Carlota conseguirá tirar do ensino à distância é pouco. “Estou aberta a tudo o que possa surgir, mas já não estou de braços cruzados, alguma coisa ela já está a fazer”, aponta.

Os esforços para conquistar a atenção da filha para a realização dos exercícios são muitos, visto que em casa as distrações são ainda mais. A televisão é a grande “inimiga” desta mãe que, ainda assim, decidiu apostar na terapia da fala por videochamada e avalia que tem resultado “muito bem”. “A Carlota também faz birra porque não quer fazer os trabalhos de casa, porque cada vez está mais consciente da realidade que a rodeia e não tem um feitio fácil. Se eu a deixar fazer o que ela quer, não há menina para ninguém”, contextualiza Sónia Silva.

Não deixar ninguém para trás é o grande objetivo que o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, assume para este desafio de ensino à distância e tem consciência de que há “alunos vulneráveis” que nesta situação ficarão ainda mais vulneráveis. “Se essas diferenças acontecem todos os dias – e nós temos um esforço para sermos o mais inclusivos possível quando é presencial e sabemos que é muito difícil – agora tudo é mais difícil ainda”, estima.

Em entrevista ao programa “A Nossa Tarde” da RTP, Tiago Brandão Rodrigues garantiu que o Ministério da Educação está a trabalhar “para que os psicólogos, os terapeutas da fala, por exemplo, os intérpretes de Língua Gestual Portuguesa das escolas possam trabalhar com as famílias”. “Não podemos mesmo deixar ninguém para trás”, reforça o ministro da Educação que assegura ainda uma confiança plena na comunidade escolar para contornar estas dificuldades. “Neste momento de dificuldade teremos comunidades educativas ainda mais resilientes a lutar para não haver estas diferenças que a nossa sociedade à partida tem”, sublinha.

E é do Departamento da Educação do município vimaranense que se manifesta “a enorme preocupação” por estas crianças com necessidades educativas específicas “estarem sem terapias” e “sem outros apoios que não os familiares”, podendo isto significar uma “regressão” para as crianças em causa. “Estamos a pensar disponibilizar os nossos terapeutas para ajudarem os pais nesta fase, ajudando com alguns exercícios que tragam algumas rotinas à vida destas crianças”, começa por dizer a vereadora da educação, Adelina Pinto. “Estamos a articular com os professores de Educação Especial algumas metodologias”, revela a vice-presidente da câmara sem esquecer de referir que o cancelamento do plano municipal de pausas letivas para estes alunos “também complicou ainda mais a vida das famílias”.

Às autarquias o ministro da Educação deixou também uma palavra de agradecimento pelo fornecimento das refeições aos alunos com escalão A ou com carências comprovadas e por apoiarem o acolhimento de alunos que sejam filhos de profissionais de serviços essenciais sem retaguarda familiar. Todas as escolas do concelho de Guimarães encontram-se disponíveis para receber os filhos destes trabalhadores. “Ajustam-se os horários às necessidades dos pais e assegura-se toda a alimentação necessária”, lê-se no site municipal.

Miguel Abreu é professor de educação especial no Agrupamento de Escolas da Abação e trabalha com seis alunos no Centro de Apoio à Aprendizagem (C.A.A). “Estes alunos apresentam características de atraso mental, em que apenas três alunos comunicam, os restantes não”, descreve. Faz o que pode para acompanhar os alunos agora que “tudo mudou na vida das escolas”, quer para os alunos, quer para os pais, quer para os professores. “Desde que as escolas fecharam, tenho contactado com as famílias e com os três alunos comunicantes via telemóvel”, conta.

Para já não há muito mais a fazer e nos telefonemas realizados, Miguel Abreu confidencia que as conversas com as famílias e com estes alunos são sobre o dia-a-dia, sem falar propriamente de uma possível infeção do vírus. “Os familiares demonstram algum desgaste mental e físico, uma vez que têm de acompanhar os seus educandos com patologias complicadas durante o dia todo”, realça o professor. Por sua vez, os alunos, com a rotina completamente alterada não compreendem porque é que a escola está fechada e porque é que têm de permanecer em casa sem saírem para espaços onde haja contacto social. “Os alunos com quem tenho mantido contacto verbalizam que estão com muitas saudades da escola, nomeadamente dos professores e assistentes operacionais, como também das atividades que realizavam, uma vez que em casa o tempo não é ocupado da mesma forma”, refere.

Miguel Abreu garante que não é por falta de envolvimento e de esforços por parte de toda a comunidade académica que não se consegue dar resposta à diversidade de necessidades dos alunos. “As mensagens entre professores, entre professores e alunos e encarregados de educação exponenciaram-se, os e-mails multiplicaram-se, as chamadas intensificaram-se, tudo em prol da escola, da Educação, dos alunos”, assevera.

O professor do Agrupamento de Escolas da Abação salienta ainda o esforço que os diretores e coordenadores de escola, professores e pessoal não docente têm feito para se reinventarem neste tempo de pandemia e tentarem “fazer mais e melhor todos os dias, às vezes sem condições físicas, materiais e tecnologia adequadas”. A acrescer a estas dificuldades e à preocupação que sente em relação ao futuro dos respetivos alunos, soma o desafio de estar em teletrabalho com os filhos por perto, estando estes também a receberem propostas de trabalho dos respetivos professores. “Tem de haver uma organização e rotina redobradas para o trabalho fluir com normalidade e sucesso”, acrescenta Miguel Abreu.

“Eu gostaria de assumir o compromisso de tudo fazer para garantir que, apesar da situação de isolamento social, as atividades de ensino prosseguissem, por recurso a meios alternativos de ensino à distância, no entanto, com estes alunos será muito complicado um trabalho de excelência. Neste momento sinto-me ansioso com o futuro incerto destes alunos”, confessa.

 

Acessibilidade e igualdade de oportunidades do ensino à distância

Para responder à diversidade de necessidades dos alunos, como por exemplo a Carlota ou a Eduarda Azevedo, o ensino à distância e as escolas terão que adequar os processos e mobilizar os meios necessários para que todos aprendam e participem em igualdade de oportunidades de acesso aos conteúdos.

O primeiro obstáculo, desde logo, a ultrapassar nesta etapa é a própria distância e os meios tecnológicos a utilizar para se conseguir fazer chegar a matéria aos alunos. “Para serem o mais universais possíveis as emissões diárias, que começam a 20 de abril, serão transmitidas na RTP Memória por ser acessível por cabo, satélite e por televisão digital terrestre”, explicou António Costa.

Os conteúdos que passam na televisão serão colocados em cinco novos canais do YouTube para que fiquem acessíveis a professores e alunos. O #EstudoEmCasa terá nesta plataforma conteúdos validados pela Direção-Geral da Educação (DGE) desde o pré-escolar até ao ensino secundário.

Estes complementos à telescola obrigam a que os alunos tenham equipamentos, como computadores, tablets ou smartphones e acesso à internet. Mas não é esta a realidade de muitos alunos e Eduarda Azevedo ilustra esse facto, desde logo, recorrendo ao exemplo do namorado. “Ele não tem internet em casa porque ele na universidade tem internet e na residência também e então só tem internet móvel porque só vai a casa alguns fins-de-semana. Mas realmente agora não chega porque é tudo realizado em casa”, explica. O jovem estudante na Universidade do Porto contou com a simpatia de um vizinho que lhe cedeu a password da internet para conseguir acompanhar as aulas do curso de Direito à distância.

“A escola está com dificuldades porque há miúdos que não têm computador nem internet, outros têm computador e não têm internet e não vai ser fácil”, atesta Sónia Silva acerca da escola que a filha Carlota frequenta.

Para contornar estas dificuldades, o município vimaranense disponibiliza 500 tablets e 500 equipamentos com acesso à Internet para resolver os problemas dos alunos sem estes dispositivos. “A Educação foi sempre uma prioridade da Câmara Municipal de Guimarães em plano de igualdade para as crianças de todo o território e nesta altura é ainda mais importante garantir que nenhuma criança fica de fora, que nenhuma criança fica ‘desligada’ do mundo escolar e das aprendizagens”, lê-se no site da autarquia.

Eduarda Azevedo, por sua vez, tem tudo o que necessita para aceder ao Zoom, a plataforma utilizada pela universidade para as videoconferências com os professores. “Tenho o meu computador, tenho a minha linha braille que é sempre uma grande ajuda e a plataforma [Zoom] é mais ou menos acessível”.

A Federação Nacional da Educação (FNE), embora considere que as decisões do Governo para a conclusão do ano letivo sejam compreensíveis e aceitáveis, também aponta que “não há teletrabalho na educação especial” e que “a universalidade do direito de acesso deve constituir uma preocupação essencial do Ministério da Educação, como primeiro patamar da equidade que seria desejável que fosse atingida, ainda que nestas precárias condições”. “Trata-se de uma solução que reconhecemos como a mais adequada e de menor risco, não obstante as limitações e as dificuldades operacionais e pedagógicas que lhe estão associadas, quando comparada com o ensino presencial”, comunica.

Além dos alunos prejudicados por não terem Internet ou computador, há cerca de 80 mil crianças e jovens com dificuldades de aprendizagem que estão à margem desta modalidade de ensino à distância, porque torna ainda mais difícil a educação inclusiva. “Os meninos com dificuldades de aprendizagem ainda são mais discriminados”, frisou a coordenadora do departamento de educação especial da Federação Nacional dos Professores (FENPROF), Ana Simões, em entrevista à Lusa.

“Não temos casos de pais a dizer que não conseguem, mas sabemos que está a ser muito complicado. Se nas escolas este já é um trabalho muito difícil, que exige muita dedicação, imagine em casa, onde os pais nem sequer têm formação para ensinar”, sublinhou. A professora pedia, no início do mês, orientações “mais claras” ao Ministério da Educação e essas diretrizes chegaram há cerca de uma semana.

Foram elaboradas orientações para o trabalho das Equipas Multidisciplinares de Apoio à Educação Inclusiva na modalidade de ensino à distância que contempla, por exemplo, “aconselhamento aos docentes dos alunos com medidas seletivas e adicionais, sobre estratégias e materiais passíveis de utilização” remota, também com o intuito de assegurar que “a comunicação e os recursos utilizados sejam acessíveis para todos os alunos e possam ir ao encontro das necessidades específicas de cada um, bem como ao contexto particular e extraordinário em que se encontram”.

A somar a estes obstáculos relacionados com os equipamentos, o acesso à internet, e as dificuldades de aprendizagem o jurista com especialização em Direitos das Pessoas com Deficiência e presidente do Conselho Fiscal e de Jurisdição da ACAPO, Rodrigo Santos, alertou para o facto do site que a RTP criou designado Estudo em Casa e do horário dos conteúdos pedagógicos temáticos a transmitir não obedecerem aos critérios de acessibilidade que o Decreto-Lei n.º 83/2018 obriga.

“Não estou a fazer acusações formais, porque não consigo comprovar que, de facto, o PDF que consta no final da notícia que partilho é mesmo o original, da forma como foi disponibilizado a todos, pelo Ministério da Educação. Mas existe uma grande probabilidade que assim seja e uma análise do mesmo parece comprovar que o design gráfico apelativo é mais importante que o cumprimento das regras de acessibilidade que permitam que o conteúdo seja percetível por todos”, aponta.

Eduarda Azevedo não fará uso deste portal mas foi testar a respetiva acessibilidade e diz que reproduziu o vídeo que lá aparece anunciando o início do estudo em casa “sem dificuldade”, no entanto não conseguiu ler o PDF que corresponde ao horário.

Mas o Ministério da Educação prevê medidas para acautelar formas de acessibilidade à informação a alunos que não o podem fazer a partir de fontes orais ou visuais, envolvendo para o efeito os docentes dos Centros de Apoio à Aprendizagem (CAA), dos Centros de Recursos TIC (CRTIC), intérpretes de Língua Gestual Portuguesa (LGP) e técnicos dos Centros de Recursos para a Inclusão (CRI) que deverão apoiar a adaptação de materiais e a utilização de tecnologias de apoio, em ambientes de aprendizagem online, e a respetiva utilização no domicílio.

É verdade que a comunidade educativa para terminar o segundo período e o processo de avaliação reinventou, tal como António Costa afirma, os processos de aprendizagem à distância com suporte de ferramentas digitais, por telefone e até por correio. Mas será que se pode falar em sucesso quando se equaciona as crianças e jovens com incapacidades diversas muitas vezes incompatíveis com a parafernália necessária ao ensino à distância?

Miguel Abreu não tem reservas ao afirmar que “estes alunos são prejudicados pela falta de acompanhamento presencial”. “Ainda que seja questionável se é possível ou não a transmissão de conhecimentos aos alunos desta forma, através de ferramentas de ensino à distância, nesta fase do ano letivo em curso, dada a desigualdade de acessibilidades e particularidades das características destes alunos, o certo é que o desenvolvimento pedagógico fica comprometido e como professor estou preocupado não só com o desenvolvimento destes alunos, como também com as famílias”, afirma. “Acho que este ensino à distância acaba por trazer alguma desigualdade”, concorda Eduarda Azevedo.

 

Hiperligações úteis:

Site da RTP “Estudo em Casa” 
Site da Direção-Geral da Educação (DGE) de Apoio às Escolas 

Canais do YouTube “Estudo em Casa”
Pré-Escolar: https://www.youtube.com/channel/UChcfiTs4sqjwRS6fzaxKyog
1º Ciclo: https://www.youtube.com/channel/UCTzWCFMxJ4wWmWlh-Gzewfg
2º Ciclo: https://www.youtube.com/channel/UCyhocJbYZIOehpISd7yyNqQ/
3º Ciclo: https://www.youtube.com/channel/UCmweZLU2OEU-FOBtLBLJ84w/
Secundário: https://www.youtube.com/channel/UCJdh52Zkf0u0qvYOfCWd3gg

Sobre o autor

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